Novo

Literatura De Cordel Em Caixa - Leandro Gomes De Barros -...

64 reais

em 12x 5 reais con 33 centavos sem juros

Envio para todo o país

Saiba os prazos de entrega e as formas de envio.

Estoque disponível

Devolução grátis

Você tem 30 dias a partir do recebimento do produto para devolvê-lo, não importa o motivo!

Garantia

Compra Garantida com o Mercado Pago

Receba o produto que está esperando ou devolvemos o seu dinheiro

Meios de pagamento

Boleto parcelado em até 12x

Mercado Crédito

Cartões de crédito

Mastercard
Hipercard
Elo
Visa

Cartões de débito

Mastercard Débito
Elo Debito
Visa Débito

Pix

Pix

Boleto bancário

Boleto

Características principais

Título do livroCordéis de Leandro Gomes de Barros
AutorLeandro Gomes de Barros
IdiomaPortuguesa
EditoraQueima Bucha
FormatoPapel

Outras características

  • Gênero do livro: Literatura de Cordel

  • Tipo de narração: Poesia

  • ISBN: 9788598060828

Descrição

TÍTULO: Literatura de cordel em caixa - Leandro Gomes
AUTOR: Leandro Gomes de Barros
ISBN: 978-85-98060-82-8
QUANT.: 8 folhetos
ALTURA: 17
LARGURA: 13
PROFUNDIDADE: 0,20
PESO: 180 g
EDITORA: QUEIMA-BUCHA
GÊNERO: Literatura de cordel
Caixa produzida em papel kraft com impressão de xilogravura

Descrição:
1- Batalha de Oliveiros com Ferrabrás
2- A prisão de Oliveiros
3- A cura da quebradeira
4- Discussão de Leandro Gomes com uma velha de Sergipe
5- A noiva do gato
6- O galo misterioso marido da galinha de dente
7- Casamento e divórcio da lagartixa
8- A sogra enganando o diabo

Leandro Gomes de Barros, paraibano nascido em 19/11/1865, na Fazenda da Melancia, no Município de Pombal, é considerado o Pai da poesia popular no Brasil e o mais importante poeta de seu tempo, conforme o testemunho do poeta Francisco das Chagas Batista. Com Leandro, até hoje considerado o maior poeta do gênero, no final do século XIX e nas duas primeiras décadas do século XX, o Cordel atingiu o primeiro ápice. A sua contribuição maior, para além da qualidade de sua obra, foi a criação de uma atividade editorial regular, com o estabelecimento de um modelo que seria imitado por todos os futuros editores, fossem eles poetas ou não. Sua estratégia de publicar os romances e folhetos em fatias, à maneira dos folhetins, mimetizando uma prática comum aos jornais do século XIX, foi muito bem-sucedida, se levarmos em conta a formação de um público fiel e ávido por novidades.Estima-se que sua vasta produção literária, iniciada em 1889, no estado de Pernambuco, atinge cerca de 600 títulos, dos quais foram tiradas mais de 10 mil edições. Entre 1906 e 1917 foi proprietário de uma pequena gráfica para impressão e distribuição de seus próprios folhetos, em Recife-PE, tendo vendido o seu prelo ao amigo Francisco das Chagas Batista, da Popular Editora. Após a sua morte, em 1918, seu genro Pedro Batista (irmão de Chagas Batista e esposo de Rachel Aleixo de Barros, filha de Leandro), continuou editando a sua obra em Guarabira-PB, fazendo algumas revisões de linguagem.