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Literatura De Cordel - Coleção Leandro Gomes De Barros

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Características principais

Título do livroLiteratura de Cordel - Coleção Leandro Gomes de Barros
AutorLeandro Gomes de Baros
IdiomaPortuguês
EditoraQueima-Bucha
FormatoPapel

Outras características

  • Gênero do livro: épico,lírico,dramático

  • Tipo de narração: Poesia

  • Idade máxima recomendada: 100 anos

  • ISBN: 9788581121758

Descrição

Caixa 1
Descrição:
1-Batalha de Oliveiros com Ferrabrás
2-A prisão de Oliveiros
3-A cura da quebradeira
4-Discussão de Leandro Gomes com uma velha de Sergipe
5-A noiva do gato
6-O galo misterioso marido da galinha de dente
7-Casamento e divórcio da lagartixa
8- A sogra enganando o diabo

Caixa 2
Descrição:
1- O Cachorro dos mortos
2-A vida de Cancão de Fogo e o seu testamento - Vol. 1
3- A vida de Cancão de Fogo e o seu testamento- Vol. 2
4-O imposto de honra
5-A vida de Pedro Cem
6-Meia noite no cabaré
7-O padre jogador - O padre-nosso do imposto
8-O cavalo que defecava dinheiro

Leandro Gomes de Barros, paraibano nascido em 19/11/1865, na Fazenda da Melancia, no Município de Pombal, é considerado o Pai da poesia popular no Brasil e o mais importante poeta de seu tempo, conforme o testemunho do poeta Francisco das Chagas Batista. Com Leandro, até hoje considerado o maior poeta do gênero, no final do século XIX e nas duas primeiras décadas do século XX, o Cordel atingiu o primeiro ápice. A sua contribuição maior, para além da qualidade de sua obra, foi a criação de uma atividade editorial regular, com o estabelecimento de um modelo que seria imitado por todos os futuros editores, fossem eles poetas ou não. Sua estratégia de publicar os romances e folhetos em fatias, à maneira dos folhetins, mimetizando uma prática comum aos jornais do século XIX, foi muito bem-sucedida, se levarmos em conta a formação de um público fiel e ávido por novidades. Estima-se que sua vasta produção literária, iniciada em 1889, no estado de Pernambuco, atinge cerca de 600 títulos, dos quais foram tiradas mais de 10 mil edições. Entre 1906 e 1917 foi proprietário de uma pequena gráfica para impressão e distribuição de seus próprios folhetos, em Recife-PE, tendo vendido o seu prelo ao amigo Francisco das Chagas Batista, da Popular Editora. Após a sua morte, em 1918, seu genro Pedro Batista (irmão de Chagas Batista e esposo de Rachel Aleixo de Barros, filha de Leandro), continuou editando a sua obra em Guarabira-PB, fazendo algumas revisões de linguagem.